Arquivos

01/01/2002 - 02/01/2002
02/01/2002 - 03/01/2002
03/01/2002 - 04/01/2002
04/01/2002 - 05/01/2002
05/01/2002 - 06/01/2002
07/01/2002 - 08/01/2002
08/01/2002 - 09/01/2002
09/01/2002 - 10/01/2002
07/01/2003 - 08/01/2003
02/01/2004 - 03/01/2004
03/01/2004 - 04/01/2004
04/01/2004 - 05/01/2004
05/01/2004 - 06/01/2004
06/01/2004 - 07/01/2004
07/01/2004 - 08/01/2004
08/01/2004 - 09/01/2004
09/01/2004 - 10/01/2004
10/01/2004 - 11/01/2004
11/01/2004 - 12/01/2004
12/01/2004 - 01/01/2005
01/01/2005 - 02/01/2005
02/01/2005 - 03/01/2005
03/01/2005 - 04/01/2005
04/01/2005 - 05/01/2005
05/01/2005 - 06/01/2005
06/01/2005 - 07/01/2005
07/01/2005 - 08/01/2005
08/01/2005 - 09/01/2005
09/01/2005 - 10/01/2005
10/01/2005 - 11/01/2005
11/01/2005 - 12/01/2005
12/01/2005 - 01/01/2006
01/01/2006 - 02/01/2006
02/01/2006 - 03/01/2006
03/01/2006 - 04/01/2006
04/01/2006 - 05/01/2006
05/01/2006 - 06/01/2006
06/01/2006 - 07/01/2006
07/01/2006 - 08/01/2006
08/01/2006 - 09/01/2006
09/01/2006 - 10/01/2006
10/01/2006 - 11/01/2006
11/01/2006 - 12/01/2006
12/01/2006 - 01/01/2007
04/01/2007 - 05/01/2007

Links

QuelzBlog
Batatada Patética
Via Oral
Radio EleKtrola
Balelas&+Balelas
Baleia Pelancuda
Palavras Tortas
Dona Esther

Lamúrias æ Mentiras
Quarta-feira, Dezembro 27, 2006


COMUNICADO DE FALECIMENTO


Lamentamos informar o falecimento de nossa estimada, porém defasada, Shirley Rox. Morreu de morte matada numa madrugada calorenta de dezembro, vítima de falta de utilidade.

Deixamos aqui nossos sinceros agradecimentos a esta personagem que durante cinco duros anos soube ser uma grande interlocutora quando até as paredes negavam ouvidos.

Nascida sem sobrenome, como as grandes vagabundas devem ser, Shirley começou a vida como assessora de imprensa fantasma, quando adotou ficticiamente o nome de Shirley Costa.

Ao decidir publicar um blog, o Lamúrias e Mentiras, no auge da depressão de sua criadora, teve a personalidade de um travesti, prostituto de quinta categoria, mas a falta de criatividade no longo prazo fez com que Shirley, já Rox, aproximasse-se cada vez mais da personalidade de sua criadora, fundindo-se a ponto de as pessoas a chamarem de Shirley na rua e ainda mais no mundo virtual.

Ao longo desses anos, Shirley serviu como um remédio para a alma e, chegada a cura (daqueles males, porque a cada etapa renovamos as dores), perdeu a função.

Descanse em paz, Shirley Rox.

OBS: O Lamúrias e Mentiras também termina hoje e, se resolver fazer outro blog, deixo aviso aqui sobre novo endereço.

Atenciosamente,
Leticia Matheus